Quem somos
Nossas Bases
Boletins Ativa
Galeria de Fotos
Rafting
Atividades de Aventura
Grupos Fechados / Incentivos
Treinemanto Empresarial
Consultoria
Segurança
Competições
Franquias Ativa
Perguntas Frequentes
Depoimentos
Links
Envie sua foto
Cadastro
Fale Conosco
Associação Brasileira das Empresas de Turismod e Aventura Outside Online - Sistema de Sites dinâmicos

5 de setembro de 2010
 
  Turismo de Aventura como referência int
 
ativarafting - 17/7/2006
 

Programa Aventura Segura, de iniciativa do Ministério do Turismo em parceria com o  Sebrae Nacional e executado pela ABETA, contempla diversas ações como normalização, fortalecimento, qualificação e certificação do segmento para transformar o cenário de aventura no País

            O que o Brasil tem de melhor? Além de hospitalidade, riqueza e diversidade cultural, o País também oferece excelentes destinos turísticos de aventura, concentrando praticamente todas as atividades oferecidas nas montanhas, florestas, cachoeiras, praias, dunas, etc. Por meio do Programa de Regionalização – Roteiros do Brasil, do Ministério do Turismo, que tem como objetivo alcançar a meta do Plano Nacional do Turismo, - que prevê três roteiros, no mínimo, em cada estado brasileiro com padrão de qualidade internacional até 2007 -, foi possível identificar o potencial turístico do País no segmento de aventura. Do total de 87 roteiros, foram identificados 49 roteiros nacionais que oferecem atividades relacionadas ao Turismo de Aventura. Visando a organização, qualificação, certificação e, principalmente, a segurança na operação responsável de atividades de aventura é que o MTUR criou o Programa Aventura Segura.

            O Programa Aventura Segura representa um marco no segmento nacional e contempla diversas ações como normalização, fortalecimento do segmento, qualificação e certificação em Turismo de Aventura.

            “Trata-se de uma ação inovadora no Brasil, capaz de renovar o cenário atual de operadoras e praticantes de atividades de Turismo de Aventura. A iniciativa pretende colocar o Brasil na rota mundial de aventura e isso só é possível com a garantia da segurança, qualificação para operadoras e prestadores de serviços e com a certificação. Lembrando que todas as ações não têm carater impositório ou de regulamentação. As iniciativas contam com a participação da sociedade, por meio de associações de turismo, de esportes, empresas, organizações, profissionais, consumidores, institutos de pesquisa, além de órgões governamentais”, salienta Gustavo Timo, diretor Técnico da ABETA.

 

Normas Técnicas

 

            Em função da preocupação com segurança e com o turismo de aventura de forma responsável, o Programa Aventura Segura prevê – por meio do Projeto de Normalização em Turismo de Aventura - o desenvolvimento de 19 Normas Técnicas brasileiras publicadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. A iniciativa, que conta com execução do Instituto de Hospitalidade e apoio técnico da ABETA, é o primeiro passo para organização de atividades envolvendo o turismo de aventura, sendo referência para a certificação de profissionais, organizações e operadoras.

            O segmento já conta com cinco normas técnicas publicadas, três projetos de normas em fase de publicação, três projetos em processo de Consulta Nacional ou em análise de votos e outros oito projetos de normas técnicas em desenvolvimento.

 

            O Programa Aventura Segura atuará em 15 pólos turísticos nacionais, identificados como prioritários pelo nível de desenvolvimento e atuação de empresas e profissionais em atividades de Turismo de Aventura. Os pólos são: Rio de Janeiro – RJ; Fortaleza – CE; Bonito – MS; Chapada Diamantina – BA; Chapada dos Veadeiros – GO; Florianópolis – SC; Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira - PETAR – SP; Serra do Cipó – MG; Foz do Iguassu – PR; Serras Gaúchas – RS e SC; Brotas – SP; Serra dos Órgãos – RJ; Lençóis Maranhenses – MA; Manaus – AM e Recife – PE e contempla as seguintes ações:

 

 

• Fortalecimento do Turismo de Aventura:

 

• Criação e formalização de associações nos pólos;

 

O objetivo é fazer com que as atividades de Turismo de Aventura sejam oferecidas com padrão de qualidade internacional. Daí, a necessidade de organização por meio de associações, constituídas por empresas, operadoras e prestadores de serviços que ampla atuação nos pólos.

 

• Diagnóstico do Turismo de Aventura no Brasil;

 

É marcante a ausência de índices e dados técnicos para caracterizar o segmento, muitas vezes confundido com ecoturismo, esportes na natureza e de aventura, sem falar na adoção constante do termo “radical”. Estima-se que o segmento de Turismo de Aventura gere, no Brasil, mais de 15 mil empregos diretos, distribuídos em mais de 200 cidades, entre três mil empresas que ofertam diversas atividades. No entanto, a informalidade ainda é marcante no segmento.

 

• Realização de Seminários Técnicos nos pólos;

 

A realização de seminários técnicos é a primeira ação do Programa Aventura Segura no pólo, sendo um evento focado em apresentar a iniciativa aos profissionais, empreendedores e comunidade. O objetivo é disseminar informação e iniciar algumas etapas do programa. No mês de agosto, equipes do Ministério do Turismo e da ABETA estarão presentes na Chapada dos Veadeiros – GO e na Serra do Cipó – MG. As inscrições, abertas ao público em geral, podem ser feitas pelo site www.abeta.com.br (no campo Seminários Técnicos), via fax 31.3227.1678 ou pelo e-mail abeta@abeta.com.br

 

• Cursos a distância e presenciais nos pólos:

 

Serão três cursos oferecidos inicialmente, sendo eles: Curso de Competências Mínimas do Condutor – NBR 15285; Curso Sistema de Gestão da Segurança – NBR 15331 e Curso de Gestão Empresarial.

 

• Cursos presenciais de Primeiros Socorros nos 15 pólos contemplados pelo Programa Aventura Segura;

 

• Elaboração de 10 Manuais de Boas Práticas em Turismo de Aventura:

 

Três deles terão como base os próprios cursos oferecidos - Manual de Boas Práticas de Gestão da Segurança, de Gestão Empresarial e Competências Mínimas do Condutor e os outros sete manuais contemplarão atividades específicas como Rafting, Escalada, Canionismo, entre outras.

 

• Criação, formalização e qualificação de Grupos Voluntários de Busca e Salvamento nos pólos;

 

O Ministério do Turismo, por compreender que o risco é uma característica inerente à atividade de turismo de aventura e por acreditar que as iniciativas de normalização e certificação vão induzir desenvolvimento do segmento, impactando positivamente os fluxos turísticos, entendeu que é necessário o desenvolvimento paralelo de ações que contribuam para o fortalecimento dos sistemas de segurança que apóiam as atividades de turismo de aventura no País. Os GVBSs são formados e mantidos por integrantes da comunidade. É essencial o envolvimento do poder público e do Sistema Público de Defesa Civil (Corpo de Bombeiros locais, se tiver) e Segurança Pública. A parceria com a iniciativa privada também é fundamental.

 

 

• Auto-avaliação de condutores – aplicada a distância e presencial, orientando a qualificação para certificação em Turismo de Aventura;

 

• Auto-avaliação de Empresas e Assistência Técnica – visando à implementação da Norma Técnica Sistemas de Gestão da Segurança – NBR 15332;

 

• Certificação de empresas e condutores de Turismo de Aventura – a certificação caberá a um organismo certificador acreditado pelo Inmetro.